Revisitando Meus Clássicos

Revisitando Meus Clássicos: Chico César – Aos Vivos (1995)

Chico César misturou as origens de Catolé do Rocha à efervescência do Pop paulistano, e o disco de estreia (ao vivo) o alçou à fama nacional; ele destrincha o repertório, relembra as histórias e fala sobre “buscar a modernidade onde, aparentemente, ela não está, mas onde sempre esteve”

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Revisitando Meus Clássicos

Revisitando Meus Clássicos: Lô Borges (1972)

No embalo do sucesso da parceria com Milton, Lô foi convidado pela gravadora para lançar um disco solo ainda em 1972 e, inspirado e prolífico, gravou, aos 20 anos de idade, seu clássico primeiro álbum; quase cinco décadas depois, ele relembra as histórias por trás do famoso “Disco do Tênis”

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Revisitando Meus Clássicos

Revisitando Meus Clássicos: Martinho da Vila – Canta Canta, Minha Gente (1974)

Aos 82 anos, o músico relembra sua principal obra, dá uma aula de história do samba e denuncia como a questão racial – também abordada no disco – ainda tem muito a avançar no Brasil

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Revisitando Meus Clássicos

Revisitando Meus Clássicos: Odair José – O Filho de José e Maria (1977)

Odair José desagradou a censura, a igreja e, à época, os fãs – e fez um clássico; mais de quatro décadas depois, o músico goiano relembra o divisor de águas de sua carreira e de sua vida

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Entrevista

As histórias que levam à história

De Elis Regina e Belchior a Kurt Cobain: escritores dão dicas e relatam os desafios – e prazeres – de biografar músicos

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Revisitando Meus Clássicos

Revisitando Meus Clássicos: Jards Macalé (1972)

Isolado na serra fluminense, o lendário músico destrincha seu clássico (“misto de João Gilberto com Jimi Hendrix”) quase 50 anos depois, na estreia do novo quadro do Monkeybuzz

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Entrevista

Atrás só não vai quem já morreu

Os 70 anos do trio elétrico segundo Armandinho, inventor da guitarra baiana e “irmão mais novo”, que, lá de cima, viu tudo desde o início

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