Revisitando Meus Clássicos

Revisitando Meus Clássicos: Jocy de Oliveira – A Música Século XX de Jocy (1959)

Ousado e pioneiro, o disco foi um “evento” na carreira da pianista de 85 anos – e também seria a sua única aventura na música popular; “Eu tinha facilidade para compor, várias ficaram guardadas, nunca foram ouvidas ou executadas”

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Revisitando Meus Clássicos: Lenine – Na Pressão (1999)

“Quando você termina um disco, tem uma sensação de exorcismo ali”; Lenine relembra o processo de produção, fala da parceria com Tom Capone e analisa, mais de 20 anos depois, o impacto do álbum que trouxe “Paciência” e “Jack Soul Brasileiro”

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Revisitando Meus Clássicos: Angela Ro Ro (1979)

“Eu era difícil. Uma preguiça, um pavor de me tornar famosa”; a cantora carioca rememora as histórias por trás de seu primeiro disco, composto (despretensiosamente) durante toda a década de 1970 e com hits como “Amor Meu Grande Amor”

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Revisitando Meus Clássicos: Amelinha – Porta Secreta (1980)

“Eu sou tão sensível que dói”; cantora fortalezense relembra as histórias por trás de seu terceiro disco, gravado no embalo do sucesso em um festival e com colaborações de nomes como Zé Ramalho, Robertinho de Recife e Moraes Moreira

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Revisitando Meus Clássicos: Hyldon – Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda (1975)

Há 45 anos, Hyldon, já prestigiado como produtor e confiando em seus hits, peitou a gravadora para lançar seu disco de estreia; com sucessos como “As Dores do Mundo” e a faixa-título, o álbum virou um clássico – que ele destrincha para o Monkeybuzz

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Revisitando Meus Clássicos: Chico César – Aos Vivos (1995)

Chico César misturou as origens de Catolé do Rocha à efervescência do Pop paulistano, e o disco de estreia (ao vivo) o alçou à fama nacional; ele destrincha o repertório, relembra as histórias e fala sobre “buscar a modernidade onde, aparentemente, ela não está, mas onde sempre esteve”

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Revisitando Meus Clássicos: Lô Borges (1972)

No embalo do sucesso da parceria com Milton, Lô foi convidado pela gravadora para lançar um disco solo ainda em 1972 e, inspirado e prolífico, gravou, aos 20 anos de idade, seu clássico primeiro álbum; quase cinco décadas depois, ele relembra as histórias por trás do famoso “Disco do Tênis”

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Revisitando Meus Clássicos: Martinho da Vila – Canta Canta, Minha Gente (1974)

Aos 82 anos, o músico relembra sua principal obra, dá uma aula de história do samba e denuncia como a questão racial – também abordada no disco – ainda tem muito a avançar no Brasil

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Revisitando Meus Clássicos: Odair José – O Filho de José e Maria (1977)

Odair José desagradou a censura, a igreja e, à época, os fãs – e fez um clássico; mais de quatro décadas depois, o músico goiano relembra o divisor de águas de sua carreira e de sua vida

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Revisitando Meus Clássicos: Jards Macalé (1972)

Isolado na serra fluminense, o lendário músico destrincha seu clássico (“misto de João Gilberto com Jimi Hendrix”) quase 50 anos depois, na estreia do novo quadro do Monkeybuzz

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