Backup: Alabama Shakes

Quarteto traz na mala passagem marcante pelo festival em 2013

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Fotos: Suki Dhanda/Observer New Review

Falar sobre a Alabama Shakes é falar sobre uma das bandas queridinhas aqui do Monekybuzz (e talvez de muita gente também) – e toda essa babação de ovo não é à toa.

Boys & Girls, disco de 2012 que apresentou a banda ao mundo, são dessas obras que chegam com o pé no peito e disparam indicações em premiações. Aqui no site, recebeu nota máxima em sua resenha:

“E sabe quando você está vendo um show em que a banda e o público parecem estar cada vez mais à vontade, mais conectados à medida que o tempo passa? É essa a sensação deste final de álbum. Be Mine é uma verdadeira preciosidade, uma declaração de amor emocionada e emocionante, a prova final do talento da Alabama Shakes. Não tem como explicar de outra forma: É o clímax absoluto de um disco sem defeitos” (Resenha, 2012)

No ano seguinte, com a chegada do Lollapalooza Brasil 2013, presenciamos a primeira apresentação da banda no país e o veredito também veio carregado em elogios:

“Mais do que um conjunto de referências bem executadas, a música feita pela Alabama Shakes é cheia de uma alma muito própria, que fica concentrada nas letras simples, mas bacanas, e na mais que poderosa interpretação de Brittany. Quem testemunhou a primeira apresentação do grupo pelo país não vai se esquecer assim tão fácil e pôde ouvir alguns comentários ao final do show que afirmavam que a banda “é ainda melhor ao vivo”. (Cobertura, 2013)

E assim estava confirmado um relacionamento sólido e cheio de amor. Dois anos mais tarde, em 2015, o grupo voltou a comentar o show em entrevista: “Foi muito louco! Todos nós sempre conversamos sobre como aquela foi uma de nossas turnês favoritas do outro álbum. O público era muito incrível e apaixonado” (Entrevista, 2015)

Este foi o ano em que o futuro chegava não só nos videoclipes, mas também com o novo disco do grupo estadunidense, Sound & Color.

“Há uma boa chance de Sound & Colour liderar as listas de melhores álbuns de 2015. Tudo nele é equilibrado, bem feito, bem tocado, bem produzido e feito com tanto esmero que dá gosto não só de ouvir, mas de pensar no processo de concepção e gravação das canções. É um álbum cheio de referências a um passado suspenso no ar; um tempo – que me pergunto se realmente existe/existiu – no qual habitam mitos do Rock, do Soul, do Blues, todos em harmonia, vivendo juntos e se influenciando mútua e constantemente, num efeito constante de causa de consequência. Talvez isso seja apenas uma espécie de Shangri-lá musical para o sujeito na meia idade, mas o que importa aqui é a capacidade do grupo de Athens, Alabama, em elevar tais sonoridades originais a um patamar de “maiores que a vida”. É tudo enorme, amplo e aberto por aqui. Respeitem Alabama Shakes” (Resenha, 2015)

Não deu outra. Lá estava o disco nas listas de melhores álbuns e faixas do ano passado.

Sound & Colour é um daqueles discos de se cair o queixo e se pegar pensando em meio à audição como é que quatro pessoas do meio do Alabama conseguiram dar tanta alma para um som criado há pouco mais de meia centena de anos” (Artigo, 2015)

Alabama Shakes se apresenta no domingo, 13 de março, no Lollapalooza Brasil 2016.

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Autor:

Videomaker, ator e Jedi