Backup: Alt-J

Resenhas, entrevistas e vídeos imperdíveis para quem quer chegar afiado ao festival

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Fotos: Laura Coulson

28 de março | 15h55 – 16h55 | Palco Skol

Formada em 2008 no Reino Unido, Alt-J tem como membros Joe Newman (vocal e guitarra), Thom Verde (bateria) e Gus Unger-Hamilton (teclados e vocal). Em sua discografia, estão os discos An Awesome Wave (2012) e ’This Is All Yours (2014).

Comentamos o álbum de estreia, em 2012:

A mistura de tantos elementos em sua música acaba soando tão orgânica que, ao decorrer do disco, se notam pitadas de Rock Alternativo, Indie Pop, Eletrônico e Trip-Hop coexistindo pacificamente, como se isso fosse a coisa mais natural do mundo. O disco trabalha muito bem com várias ideias, gêneros e influências que, por mais que pareçam dissonantes, se moldam em algo completamente novo. A banda ousa não só em suas composições e arranjos, mas também nas letras igualmente ambiciosas, abordando diversos temas com grande sagacidade. – Nik Silva (Resenha, jun/2012)

An Awesome Wave foi destaque entre os discos de estreia daquele ano:

A música nerd e por vezes esquizofrênica do quarteto merece nosso destaque não só por toda a hype que ganhou mesmo antes do lançamento, mas também por conseguir mantê-la ou até mesmo aumenta-la após do disco ter chegado às lojas. Ele faz uma viagem por vários gêneros em um som inclassificável, porém muito acessível. – Nik Silva (Artigo, jul/2012)

Meses depois, pudemos ver seu show no SXSW:

A sensação de assistir ao show, foi muito diferente do que estamos acostumados. Algumas vezes reagimos como em um show de Rock, outras como em um show de R&B mais melodioso, mas nunca ficamos sem o sorriso no rosto e o arrepio nos braços, a cada grande momento de uma faixa. Assim como nós, Joe Newman estava claramente curtindo tudo aquilo, dançando sempre com a própria música e com cara de quem não acreditava ainda, onde estava. – Lucas Repullo (Especial, mar/2013)

Em seguida, comentamos a faixa Warm Foothills, lançada no Reading Festival:

Warm Foothills começa bem calma, com uma suavidade ímpar, que só Alt-J (∆) consegue produzir. Nesse ambiente relaxado, acrescenta-se um vibrafone marcante que começa a empolgar os presentes que vemos no video. A partir daí a voz e a bateria vão se agregando a essa calmaria, fazendo o público se empolgar. O mais divertido, talvez, seja a linha assobiada pelo vocalista que deixa a composição bem simpática e etérea. Se essa é uma prévia do próximo disco, ou uma sobra do primeiro, o que importa é que a banda evidencia que ainda tem muito para mostrar para nós. – Lucas Cassoli (Ouça Faixas, set/2013)

Em 2014, crescia a expectativa pelo segundo disco:

Ainda que bem diferente das faixas do primeiro álbum, o grupo parece manter um pouco daquela ambição de experimentar com tudo a sua volta – prova disso é o sample de Miley Cyrus usado em Hunger of the Pine. Ainda que mais contido e não tão estrondoso quanto os primeiros singles de An Awesome Wave, essas duas músicas novas mostram um pouco do que se pode esperar do segundo álbum da banda e de como o trio está lidando com a saída do baixista. De qualquer forma, a expectativa para 22 de setembro é muito alta aqui na redação. – Nik Silva (Artigo, jun/2014))

O aguardado This Is All Yours chegava pouco tempo depois:

É um trabalho cheio de pequenas surpresas, seja uma faixa voz e violão (Pusher), um dueto (Warm Foothills) ou mesmo uma faixa-bônus (Lovely Days) para fechar a obra após Leaving Nara, e todas as faixas são de uma beleza cativante que nem toda banda consegue fazer, principalmente dentro de uma liberdade criativa tão grande – ouça The Gospel of John Hurt e entenda. – André Felipe de Medeiros (Resenha, set/2014)

E lá estava o disco entre os melhores do ano:

Narrativo, etéreo e sempre muito bonito: Segundo disco da banda traz ainda a surpreendente Left Hand Free e arranjos bastante interessantes. – Nik Silva (Especial, dez/2014)

Agora, é sentar e esperar mais alguns dias para um dos show mais aguardados no Lollapalooza Brasil 2015:

Mesmo mais acessível e midático, o grupo nos faz aguardar ansiosamente a sua apresentação para finalmente entendermos como todas as suas influências sonoras se materializam ao vivo. Nos levam a crer também que este é também o show mais misterioso e messiânico do evento. – Gabriel Rolim (Especial, mar/2015)

Lolla

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ARTISTA: Alt-J

Autor:

Videomaker, ator e Jedi