Backup: Foster The People

Resenhas, entrevistas e vídeos imperdíveis para quem quer chegar afiado ao festival

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29 de março | 17h35 – 18h50 | Palco Skol

Foster The People, banda de Los Angeles criada em 2009, é formada por Mark Foster (vocais, teclado e guitarra), Jacob “Cubbie” Fink (baixo), and Mark Pontius (bateria e percussão). Em sua discografia, estão Torches (2011) e Supermodel (2014).

Falamos sobre o disco de estreia, Torches, logo no início do Monkeybuzz:

Em dez faixas, o trio encabeçado por Mark Foster consegue construir boas canções com jeitão indie (muitos instrumentos e efeitos, produção às vezes meio “sujinha”, temas nem sempre tão convencionais) que os mais desatentos podem se confundir e classificar perjorativamente como “música de rádio”. – André Felipe de Mederios (Resenha, mai/2011)

Em 2012, acompanhamos o show dos caras, coincidentemente em uma edição do Lollapalooza, sua primeira e até então última passagem pelo Brasil:

O recado que parecia dado era da consagração definitiva da música Pop como um gênero que pode ser levado a sério – e que precisa ser repensado por aqueles que teimam em chamar a banda de Indie só por ter uma desculpa para ouvir os hits da Foster the People. É música bem feita feita para ser ouvida pelas massas – e nada poderia ficar mais claro do que dezenas de milhares de pessoas dançando juntas aos hits que ouviram no rádio em ótimas performances ao vivo. – André Felipe de Medeiros (Resenha, abr/2012

Os “anti-hits” do segundo e mais recente disco, Supermodel, porém, causaram certo descontentamento. Comentamos nesta resenha:

Se Torches era uma selfie inocente de um momento divertido, Supermodel é um retrato documental e crítico dessa nossa época, e isso vem acompanhado de um som muito mais ousado do que aquele apresentado pelo trio antes. Não é um disco de Pumped Up Kicks e Houdini – hits excelentes que marcaram o som do álbum de estreia -, mas de faixas grandiosíssimas como Pseudologia Fantastica e A Beginner’s Guide to Destroying the Moon – ambas incrívels e inegáveis pontos altos do registro. Entre as duas, encontramos Best Friend, que fecha a tríade de melhores músicas do disco com a missão de equilibrar aquele meio do álbum com uma proposta super dançante, tal como muitas músicas do trabalho anterior, mas em uma proposta bem diferente do que Mark Foster e os outros músicos já fizeram até agora. – André Felipe de Medeiros Resenha, mar/2014

E mais tarde publicamos este artigo sobre a segunda chance que o disco merece:

Não é difícil imaginar a decepção de quem esperava mais hits do calibre de Pumped Up Kicks e Houdini e se deparou com Pseudologia Fantastica e A Begginer’s Guide to Detroying the Moon – praticamente “anti-hits”. Uma vez que o desapontamento passou, fica a descoberta de uma obra conceitual, densa e cheia de conteúdo, com Coming of Age e Best Friend dando um tom Pop delicioso para a Psicodelia bem construída de Mark Foster e seus parceiros. – André Felipe de Medeiros (Artigo, jul/2014)

Para este aquecimento ficar mais completo, fica aqui o vídeo de Are You What You Want to Be?, de outubro do ano passado, com cenas da banda em turnê e bastidores:

Lolla

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Autor:

Videomaker, ator e Jedi