Cinco Motivos pra Não Perder Interpol ao Vivo

No palco, banda não poupa hits nem favoritos que só fãs conhecem

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29 de março | 15h25 – 16h25 | Palco Skol

Com cinco discos na bagagem, Interpol promete fazer um show que não decepcionará nem os fãs antigos, nem os novos.

É que suas apresentações mais recentes tem priorizado seu recente El Pintor sem deixar de lado antigos sucessos desde o início da carreira, além de músicas menos conhecidas que merecem nossa atençao.

Se rever o conteúdo da banda já publicado no Monkeybuzz não foi suficiente, eis cinco músicas que o trio de Paul Banks deve apresentar no domingo, 29 de março, em uma tarde memorável no Autódromo de Interlagos.

Aproveite também a playlist especial Interpol ao final do artigo.

Everything Is Wrong

All the Rage Back Home e My Desire, faixas que abrem El Pintor, levam as honras de hits da banda, mas essa faixa tem cara de que vai surpreender ainda mais no show do que no disco. Culpa de uma progressão de encher os ouvidos, o que deve combinar bem com o clima do grande palco do festival. E, devo dizer, se você chegou agora e não conhece a banda ainda, Everything Is Wrong é uma ótima amostra do que Interpol costuma fazer – seja em formato ou em conteúdo.

Lights

Por falar em hit, essa foi a faixa que anunciou ao mundo o álbum Interpol (2010). Seus acordes iniciais são capazes de arrepiar qualquer fã da banda. Por menos que o disco tenha sido comemorado, a tensão que Lights possui, segurando a atenção do ouvinte com um nó no estômago, revela o teor emocional que esse show deve ter.

Pioneer to the Falls

A faixa que abre o disco Our Love to Admire (2007) é outra que não teve muitas chances de ser hit na hora de disputar espaço com No I in Threesome e The Heinrich Maneuver no repertório. Ela ganha, porém, seu destaque ao vivo ao reunir a mesma tensão mencionada em Lights em um momento mais introspectivo da apresentação.

Slow Hands

Não se engane: Paul Banks e companhia fazem um show com bastante energia também, não só com músicas introspectivas. Slow Hands, do disco Antics (2004), é um deles. A música foi ofuscada por Evil no álbum, mas merece a menção em qualquer lista ou repertório de show que celebre a carreira do grupo.

The New

Turn On the Bright Lights, o álbum de estreia da banda, será sempre bem representado por sucessos como NYC ou (principalmente) PDA, mas The New é de uma beleza de fechar os olhos e cantar junto que nem sempre se vê em shows de grandes festivais, além de ter uma progressão anticlímax que faz com que ela tenha ainda mais personalidade perto de tudo o que Interpol já lançou.

Playlist:

Lolla

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Autor:

Comunicador, arteiro, crítico e cafeínado.