Aquecimento: Dirty Projectors

Depois de três anos, o grupo nova-iorquino volta às terras tupiniquins com disco novo e set renovado

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Fotos: Monkeybuzz

Com um som que é impossível de se rotular acertadamente, devido aos inúmeros estilos que a banda traz para compor som, David Longstreth e companhia estão chegando ao Brasil pela segunda vez. A primeira parada dos norte-americanos é o Circo Voador, no dia 29 de novembro. No dia seguinte, passam por São Paulo para uma apresentação no Cine Joia.

Em quase dez anos de atividade, o Dirty Projectors acumulou em sua bagagem sete discos, que tem como marca registrada o experimentalismo. A banda faz um hibrido entre Folk, Rock e Pop de forma ousada, porém acessível e vem daí a grande aceitação com o público e crítica, principalmente em seus dois últimos lançamentos, Bitte Orca e Swing Lo Magellan. Então prepare-se muito bem com esses dois discos, pois é que deles a grande maioria das canções que formam os recentes shows do grupo.

Espere também ouvir alguns hits, desses dois discos, logicamente. Gun Has No Trigger, About To Die e Cannibal Resource certamente vão aparecer no show, então prepare o gogó pra acompanhar Dave nestas faixas.

Você já deve ter percebido pelos vídeos que as backing vocals tem um papel que vai muito além de segurar o coro ali atrás. Amber Cofman, que também toca guitarra, assume, já há algum tempo, os vocais em algumas faixas. Sua voz doce e Pop consegue brilhar quando está sozinha ou quando está acompanhada do vocal exótico de David.

Em Julho deste ano, vimos um show do grupo no Pitchfork Festival e lá a tarefa era a de apresentar seu então recém-lançado disco para o público. Se em um festival, o show mereceu nossa nota máxima, imaginem em uma casa de shows fechada onde o som é muito melhor.

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Autor:

Apaixonado por música e entusiasta no mundo dos podcasts