DKVPZ lê-se “diquépiz”

Paulo Vitor e Matheus Henrique contam na nossa COVER STORY de novembro como a sonoridade que teve sua escola nas vielas do Soundcloud está pronta para devorar o mundo

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Fotos: Jeff (@caodenado)

Cada set do DKVPZ é uma experiência única. De modo que, quando conheci o trabalho do duo como DJs há um ano, praticamente não troquei ideia com a amiga que decidiu me acompanhar naquele dia: passamos o tempo todo na pista – lotada até o último segundo. E não se tratava de um fluxo de pessoas que entravam e saiam. Pelo contrário, assim como eu, quem entrava, não saía mais. Depois de ser arrebatada pelo som da dupla, fui em (quase) todos os sets deles na cidade de São Paulo e tenho acompanhado de perto o seu desenvolvimento. Aqui, listo os pontos altos desta trajetória: eles assinaram a produção de seis das nove faixas de Bluesman (2018) de Baco Exu do Blues; fizeram uma tour pela Europa que passou por sete países e nove cidades; acompanharam Baco em sua própria turnê; soltaram o single “Nega Rara” com direito a um lindíssimo clipe (em que eles assinam produção, voz e composição); apresentaram-se no Coala Festival; acabaram de lançar o EP Flvxo do Fvturo com Kevin, o Chris; inauguraram a festa oficial do DKVPZ (a.k.a. Uma Noite Muito Louca) e, por fim, já estão no processo de produção do próximo disco de Baco Exu do Blues, novamente. O CV parece extenso, mas ele surpreende ainda mais quando pensamos que isto aconteceu somente no último ano dos cinco que a dupla tem desde seu surgimento.

Voltando da festa em que conheci o DKVPZ, estava intrigada (e ainda estou): o que faz com que as pessoas não larguem a pista no meio da festa? Qual é o elemento mágico que um set precisa ter para que isso aconteça? Longe de mim querer impor uma fórmula para os DJs, mas na posição de público, eu aposto no suor. Quem consegue fazer a gente suar, dançar de modo a fazer desaparecer qualquer ansiedade social, está acertando. Minha expectativa é ver quão ousado você pode ser. Para responder essa questão, Paulo, o mais novo, de Campinas, com 21 anos, prefere falar em “propósito” em vez de “objetivo”. Matheus, de Hortolândia, tem 22, não fala muito, mas quando fala, em geral, todos ouvem. Eles se conheceram em 2014 em uma festa que o primeiro estava organizando para a sua sala do Ensino Médio – um amigo em comum entre eles indicou o Matheus para tocar no agito em questão. E foi assim que aconteceu o primeiro B2B da dupla em uma noite descrita por Paulo como “muito elegante” e totalmente lotada. Uma semana depois, nascia o Trashplayers, primeira investida do duo que, naquele momento, sonhava em tocar o set de big room no festival Tomorrowland. A convite do Monkeybuzz – e com novos sonhos em mente –, fomos até o Casarão do Vinil onde, cercados do que mais amamos, conversamos sobre passado, presente, futuro e, claro, música.

Como foi a construção da sonoridade do DKVPZ? Em que rolês vocês colavam juntos, quais foram as principais referências?

Paulo: Foi da música Eletrônica para o festival Trap e aí a gente teve a brilhante ideia de começar a fazer Trap com Funk, isso foi em 2015, 2016. No tempo, o pessoal tinha uma imagem totalmente ao contrário dessa aceitação que temos hoje. Funk era realmente discriminado naquele tempo, tá ligado? A gente nem cogitava tocar isso na nossa casa. A gente produzia as parada no volume baixo – isso era surreal –, a gente não podia aumentar o volume porque, para as nossas famílias, era algo que não era normal. Hoje, é uma parada que o pessoal aceita – não respeita, mas aceita. Ou atura, ou atura o Funk. Ninguém segura mais. Música eletrônica, festival Trap, Trap-Funk, Soul. O mais engraçado é que esse estilo não tem um nome específico, a não ser uma batida de Chill Trap com Funk. A gente fez um EP chamado Chill Baile e o pessoal chama esse estilo agora de Chill Baile, tá ligado? Rolou uma construção musical tão forte que hoje a gente se encontra em uma posição que conseguimos fazer tudo que a gente quer, não há um limite para a nossa criatividade. Foi essencial ter essa variedade de estilos que a gente aprendeu.

Como é o processo de curadoria para os funks dos sets de vocês. Tem muita coisa fora do hype, tem muita coisa que não dá para achar no YouTube. Como?

Paulo: Soundcloud nunca foi uma plataforma conhecida, ela foi ganhando espaço no mercado agora, tem 3 anos aí de caminhada e quase faliu nesse meio tempo. Mas, continua sendo nossa plataforma, em que iniciamos nossa carreira, em que temos a maior parte da nossa fan base. Então, é onde rola muitos artistas independentes, foi assim que a gente conheceu o JLZ, Maffalda, há muito tempo atrás. Esse acervo [que a gente criou] foi nessas pesquisas, ‘Vou procurar aqui uns artistas gringos independentes, que faz uns remix, mas não podem postar no YouTube porque vai dar flag e vai sair eventualmente’, sabe? Essa procura por artistas independentes. A gente mostrava também nosso trampo, pessoal mostrava o trampo deles, a gente ficava ‘caralho, vou ter que tocar!’

Matheus: O mundo do Soundcloud. Tem de tudo lá, mas tem que ir muito fundo para achar as parada que ninguém consegue achar. Tipo a deep web da música.

Quem é mais rato de Soundcloud?

Paulo: Matheus, com certeza. O Soundcloud mudou, né? A gente não pode usar os dois a mesma conta, se um está escutando na conta do DKVPZ, eu tenho que sair e loggar na minha conta pessoal para escutar. Mas isso é bacana porque eu fui pro Spotify e isso proporciona esse lance de trazer algo inesperado e também trazer algo “trivial”, que o pessoal vai escutar e vai falar ‘Hino!’. É interessante cada um ir para um lado porque o Matheus sempre me mostra uma parada independente e eu mostro para ele umas obras, ainda que independentes, em um contexto melhor.

Me conta mais sobre o processo de criação do set, como funciona?

Paulo: Total freestyle. Você pega as músicas, coloca no pen-drive, vê na hora o que nois quer tocar…

Mas o Tour Mix, por exemplo, disponível no SoundCloud, como foi?

Paulo: Mas aí é um outro tipo de set, tem todo um pensamento. Esse foi selecionado. Esse set foi o primeiro que a gente pensou até em harmonia. Se você pegar e escutar ele inteiro, a parada é tão boa porque realmente foi pensado: a gente tem que virar essa track com essa porque está quase no mesmo tom, então aí a virada vai ficando… Você entende que quando a gente faz virada harmônica parece que é uma música só? Esse set teve muito esse pensamento de fazer um set que a pessoa vai escutar e vai ficar tipo ‘Porra, já deu 30 minutos? Porra, muito rápido’, trazer essa sensação.

Em quanto tempo vocês fizeram Tour Mix?

Matheus: Foi em uma semana, pesquisando som e juntando edit.

O maior desafio é botar a cara e viver do nosso sonho, sabendo que não somos os rostinhos bonitos pra câmera. A tendência do nosso estilo de vida sempre foi não viver isso que a gente vive, entende? – Paulo

Por que fazer música?

Paulo: Porque eu acho que é só isso que eu sei fazer. Não tem outra coisa que eu acho que consigo me enquadrar e fazer com maestria.

Matheus: Eu sou assim também, é a única coisa que eu sei fazer. Desde moleque mesmo, ficava fazendo no Movie Maker uns editzinho. (risos)

CRONOS & EROS

Quando você se apaixonou por música? Evidentemente, ninguém se lembra com precisão do exato momento. Afinal, biologicamente, essas ondas sonoras nos cativam e nos envolvem desde nossos primeiros momentos moleculares. Da memória, guardo um lugar de paz na infância: estou fazendo a lição de casa na mesa da cozinha e minha tia estende as roupas no varal. O dia está quente de como que ela já deixa outra leva de roupas batendo enquanto põe aquelas para secar. O barulho da máquina vai de queda d’água para um ruído repetitivo, que depois de três minutos, se torna parte do som ambiente. Da janela, eu consigo ouvir minha tia cantando “Exagerado”, do Cazuza. Nosso radinho, no entanto, está desligado. Esses dias, para mim, tinham gosto de limonada, apesar de eu nem ter bebido tanto assim, mas amo. Perguntei para o Paulo e para o Matheus quais são esses lugares abstratos para eles, marcados pela música e pelo afeto.

Matheus: Eu lembro que eu chegava da escola e minha irmã ouvia rádio Educadora, uns Rocks lá… Eu ficava sentado na frente da caixa, ela limpando a casa. Educadora não era um Rock-Rock, era tipo… Como eu posso dizer? Nickelback, que tocava.

Paulo: Meu pai sempre foi uma grande influência musical para mim. Ele tinha um carro, um Kadett preto, e gostava de me levar para vender bandejas de salgado pré-preparado, que minha mãe fazia. Nessas idas e vindas, de ficar levando salgado para um canto para vender, parava com o carro, a gente escutava muita música e meu pai sempre botou vários clássicos assim, sabe? Surface, Zapp & Roger, essas referências mesmo do Soul-Funk dos anos 1980 e 1990 que, para mim, foi o ápice. Foi quando eu escutei a parada e falei ‘meu deus, isso é muito, muito foda’, tá ligado? Tanto é que, até hoje, eu ainda escuto essa parada, uma das minhas músicas favoritas é “Happy”, do Surface. Sempre tocava essa música.

Há 30 anos, DJs tocavam escondidos em outro cômodo ou até de costas para o público, mas com os holofotes ou não, esses profissionais sempre foram parte ativa de grandes mudanças do cenário da música. Nos anos 1970, auge da Disco e do Pop, artistas gravavam discos e entregavam para as casas noturnas de Nova York antes do lançamento oficial, como forma de esquentar a estreia. Curiosamente, algo parecido aconteceu com uma série de faixas que o DKVPZ usou durante a turnê pela Europa. Tendo em vista 8 live sets para fazer em rádios locais, eles pediram aos parceiros e seguidores para enviarem músicas autorais e independentes. Um dos resultados brilhantes é a inserção de “Late”, um remix da Valesca Popozuda produzido por Enzo e ainda não lançado, que está presente em um set tocado na East Side Radio, de Portugal (e disponível no Mixcloud).

O vasto repertório e o desafio de se manter sempre à frente é o mix que, muitas vezes, faz com que muitos DJs se tornem produtores musicais. O caminho ao contrário também funciona: Matheus aprendeu a tocar para poder divulgar as músicas produzidas por ele e pelos seus amigos, por exemplo. De lá para cá, muita coisa mudou, DKVPZ é o terceiro vulgo dos artistas juntos e consequentemente o terceiro propósito. Se muda o objetivo do projeto, muda-se o nome. DKVPZ é o nome da investida mais ampla e mais madura desde que os dois se conheceram: o objetivo não é um set na Tomorrowland ou em grandes festivais de Trap, o objetivo é fazer música. Produzir, compor, cantar, sem abandonar os DJs sets, que são a base da popularidade na cena e também oportunidades de testar possíveis dinâmicas de show, performance e reações do público.

Hoje, é uma parada que o pessoal aceita – não respeita, mas aceita. Ou atura, ou atura o Funk. Ninguém segura mais. – Paulo

Me fala um artista que vocês gostavam muito na adolescência.

Matheus: Essa época ouvia muita música Eletrônica.

Paulo: É, então, antes da gente vir para esse lado mais Soul, se distanciar desse lado Club e fazer esses edits, nós éramos da cena eletrônica, né? A gente gostava muito de festival Trap mesmo, quando o Trap ainda não era nem tão popularizado aqui no Brasil, era um lance realmente mais eletrônico do que letra, conteúdo, passar uma visão, tá ligada? (…) Eu gostava muito de Rock, acho que uma banda que eu ouvi muito na minha adolescência foi Rage Against the Machine, gosto até hoje. Sou fã, tentei ir no SWU, não consegui, chorei (risos)

Matheus: Pô, eu acho que Black Eyed Peas.

Legal, então Matheus, se o Black Eyed Peas fosse entrar no estúdio para sair com um álbum novo e te chamasse para produzir, qual seria seu primeiro instinto? O que você começaria sugerindo?

Matheus: Nossa, eu quero fazer uns Boom bap, umas brisa diferente, um som antigo que ninguém mais faz.

Paulo: Tipo esse disco recente que eles lançaram, né? Umas parada mais Soul? Tô ligado.

E você, Paulo? Mesma pergunta, só que com Rage Against the Machine.

Paulo: Rockão, né? Aqueles Rock deles mesmo, sem ninguém entender nada, no meio a gente coloca uns beat também, né? Solo do Tom Morello, entendeu? Riscando, fazendo umas coisas nada a ver.

Matheus: Tom Morello com uns 808.

Paulo: Não ia [ficar muito bom]?! Fica aí a ideia.

O que faz de uma música, uma música boa?

Paulo: Um bom bass line.

Matheus: Eu gosto muito da harmonia, para mim tem que ter uma harmonia muito foda.

Paulo: É… eu gosto de sample, né? Não adianta.

Matheus: Sample também!

Paulo: Cresci no Hip Hop. Para mim, é um bom som se tiver um sample ali ó, eu vou ficar encanado. Vou ter que escutar de novo porque vou ter que escutar o sample. E por que aquela pessoa pegou aquele sample, eu sou esse tipo de cara. Então acho que, pra mim, é um bom sample que faz a diferença.

E um EP ou álbum do DKVPZ, é um plano?

Paulo: É sim, que a gente inclusive ia botar pra jogo esse ano. A gente assumiu o propósito de fazer um EP da tour [pela Europa], por cada lugar que a gente passou a gente fez um som. Aí, quando a gente voltou pro Brasil com aquele material, a gente ficou pensando ‘Porra, tem muita coisa boa aqui, tem muita coisa que dá pra melhorar e entregar, mas tem muita coisa boa, muita coisa boa mesmo, o que vamos fazer?’ Aí, meio que colocamos nosso disco para segundo plano porque tem a demanda de shows, de criação de novas músicas que foram surgindo, o que não deixa de ser bom porque se não fosse esse ano, a gente não estaria com o dedo nosso no Grammy com “Etérea” do Criolo, você entende? Foi muito bom esse lance de deixar nosso EP para segundo plano agora, mas de 2020 não passa. Inclusive com colaborações inéditas e crossovers que é para o público falar ‘Porra, como assim? Nunca na vida pensei que ia acontecer esse feat’.

Qual é o maior desafio hoje?

Matheus: Acho que o maior desafio mesmo é conquistar o mundo.

Paulo: Maior desafio hoje é ser comercial sabendo que você não é comercial. Olha pra minha cara, olha pra cara do Matheus: preto, gordo, de quebrada, corpo real mesmo. Não somos comerciais. Então esse momento de ascensão, onde os holofotes estão voltados pra gente, está sendo fundamental não só para nossa carreira, não só para o nosso bolso, mas está sendo fundamental para desconstrução que a gente sempre faz só de ter dois pretos no mainstream em cima do palco apresentando conteúdo. É disso que eu tô falando. O maior desafio é botar a cara e viver do nosso sonho, sabendo que não somos os rostinhos bonitos pra câmera. A tendência do nosso estilo de vida sempre foi não viver isso que a gente vive, entende? O maior desafio é continuar de forma criativa, entregando conteúdos criativos, sabendo que no mundo em que vivemos a grande maioria das pessoas está querendo nosso fim, não a nossa construção do bem maior.

Uma Noite Muito Louca foi a primeira festa do DKVPZ e aconteceu aqui em São Paulo, na Bolovo. O som ficou nas mãos de BBZão, JLZ, BlackCat, EveHive, Ahadadream e Torres, além de obviamente, em horário nobre, DKVPZ. No fim da festa, ainda cheia às 5h da manhã, BlackCat, Paulo e Ahadadream fizeram um back to back saboroso. Poucas coisas são tão gratificantes que ver outras pessoas fazendo o que amam, não é à toa que tinha público do Rio Grande do Sul, interior de São Paulo e Rio de Janeiro na casa. Sobre esses convidados, a única conclusão é o próprio objetivo inicial da festa: conhecer mais pessoas e apresentar um trabalho novo. 

Adjetivar DKVPZ é uma tarefa difícil. Com um conteúdo visual incrível, autênticos como só quem remixa Alcione com Funk e “Vida Loka Pt.II” com Heavy Baile, o que podemos esperar dos millennials? Saindo do Casarão do Vinil, Matheus levou com ele o disco de David Lewiston, chamado In Praise Of Oxalá And Other Gods / Black Music Of South America (1970) e Paulo levou Bizarre LP (1984), do The Sylvers. Resta para gente aguardar mais remixes enquanto apreciamos um bom Chill Baile da CDJ deles.

Você está sozinho no seu quarto, na casa dos seus pais. Você abre a janela e descobre agora que o mundo vai acabar, está acabando, não tem como fugir, não é evitável. Você provavelmente só tem tempo de ouvir uma música. Que música você coloca?

Paulo: Primeiro que eu ia acender um baseado. Colocar o melhor beck na mesa, já vou morrer mesmo, que se foda. Digo mais: colocaria Arthur Verocai, o disco todo dele, teve show aí ó. Dedicada a ela. “Vaziooo do meu quarto” e lá fora o céu pegando fogo…

Matheus: Nossa, com certeza eu ia colocar a introdução do Pokémon.

Depois do fim da nossa entrevista, Paulo voltou na sala e pediu uma alteração na música do fim do mundo dele. A oficial agora é “Abre Alas”, do Ivan Lins. Matheus permaneceu firme na escolha da introdução do Pokémon – em looping.

Eu nem ia jogar essa, mas já que você falou de beck, vamos lá: roda de beck ideal com produtores, vivo ou morto.

Paulo: Queria fumar com o Quincy Jones, com o Michael Jackson, que não deixa de ser um produtor das músicas dele e, ah será? É que o Matheus não fuma, se não seria uma boa roda. Ah, não sei, tem muito produtor brasileiro foda, eu só falei internacional. Seria o Quincy Jones, chamaria o Ganjaman porque eu acho ele bem foda no que ele faz e também chamaria o Arthur Verocai para fumar um baseado. E Seu Jorge porque ele também fuma baseado. Ia sair um puta som foda.

Como o Matheus não fuma, a sua roda pode ser um jantar, um hambúrguer.

Matheus: Chamaria o Tyler, the Creator, David Guetta e também o Pharrell Williams.

Fala para mim produtores musicais que sejam inspiração para o DKVPZ.

Paulo: Produtores… Os nomes são sempre os mesmos porque o pessoal tem que conhecer essa rapaziada, Maffalda realmente é um produtor que o pessoal tem que conhecer mais. Neguim Beats que está morando na Austrália, acho ele fundamental, foi a minha escola também no Soundcloud. Tem o JLZ que, além de ter participado desse disco novo do Baco, é um moleque que entrega resultado muito bom e rápido mesmo, tem que escutar o som desse cara. E o Greg, como paixão musical recente, do Terno Rei, que eu estou escutando muito esse disco, gostei muito da sonoridade dos moleque. Achei bem foda.

Matheus: Assino embaixo.

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ARTISTA: DKVPZ