Leituras da Semana: Foxygen, Zola Jesus, Porter Robinson e mais

Separamos alguns dos melhores textos sobre música que lemos pela Web nos últimos dias

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Semanalmente, filtramos os melhores textos que encontramos na rede, a fim de enriquecer ainda mais seu conhecimento sobre música

Social Anxiety: Should Artists Be Paying Journalists to Listen to Their Music? por Emilie Friedlander no The Fader

Sabia que existe uma plataforma criada para músicos pagarem jornalistas para ouvirem suas criações? É sobre isto que reflete o texto de Emilie, que passa não só por uma discussão ética, mas também por uma análise bastante pragmática do polêmico assunto. Uma boa maneira de pensar sobre a grande oferta de novos nomes, a dificuldade de conseguir ser ouvido e os extremos que alguns artistas estão chegando para conseguir alavancar suas carreiras.

“You don’t need to take Journalistic Ethics 101 to know that accepting money from potential writing subjects is probably the biggest faux-pas that a writer can make, but I was shocked when one commenter pointed out that there is ‘a whole platform set up to pay journalists to listen to their stuff.’ It’s called Fluence, and if you look it up on Google, it’s advertised as a place that ‘brings creators and reviewers together to help each other.’”

recomendado por Lucas Repullo

Foxygen: We Lived Through Every Single Rock’n’Roll Cliche por Jamie Milton na DIY

Grandes mudanças deverão acontecer no segundo álbum do Foxygen, que agora também diz ser parte de uma própria banda criada por eles atendendo pelo nome Star Power. Em entrevista, o grupo conta um pouco sobre o processo de criação do disco duplo …And Star Power e sua ascenção em 2013 com o álbum de estreia We Are The 21st Century Ambassadors Of Peace & Magic.

“We made an album that sounded like every rock band and we then managed to live through every cliche. Every stupid thing you can think of. It wasn’t quite as dramatic as people think, but at the end of the year you sit down and you’re pretty worn out and you try and figure out how to get back to where you were. That’s what the new album was about. It was a tough year and a confusing year for sure, but we were kids just being thrown out in the world with no idea of how to do anything, no-one to really tell them what to do.”

recomendado por Fernando Galassi

Update: Zola Jesus, por Jenn Pelly no site Pitchfork

Zola Jesus fala sobre a concepção de seu novo e esperado álbum, Taiga, com previsão de estreia para 7 de outubro. A entrevista aborda também a inspiração para o nome do disco, levando para questões ambientais e de destruição natural, através das opiniões da cantora. Zola também fala de cantoras Pop como Rihanna, Lady Gaga e Beyoncé e o que elas representam a partir do seu ponto de vista.

“I feel like humans are a disease. It’s a hard thing to communicate in a pop song. [laughs] I mean, who wants to hear that? We fight against the world and we’re not trying to live within it. There’s no progression without destruction, but this world was one thing and then we came, and it became another. It’s going to become so uninhabitable. We’re writing ourselves out of the world. But this isn’t an environmentalist record. It’s not about trying to save anything. It’s about trying to understand why we’re doing these things—to question how we view nature and why we feel so alienated from it.”

recomendado por Maynara Fanucci

Why Don’t British Singers Have British Accents When They Sing?, por Jessica Misener no Buzzfeed Music

Quem ouve bastante música da Inglaterra, Escócia e vizinhança provavelmente já percebeu que nem sempre (ou quase nunca) dá pra notar o sotaque desses músicos quando eles cantam. O texto (à la Buzzfeed, cheio dos GIFs) explica a razão fonética desse fenômeno – o que eu achei muito curioso, já que em português isso não acontece e você logo sabe de que região do Brasil ou de Portugal vem a banda.

“The simple answer is that singing prevents vocalists from stressing syllables, according to Josef Fioretta, a linguistics professor at Hofstra University. ‘What gets lost in singing are the suprasegmentals,’ a linguistic term used to indicate qualities like stress, tone, and syllabification, Fioretta said. In other words, a song’s rhythm can limit a singer’s ability to pronounce words, and especially vowels, in his or her usual cadence: ‘The tone, the intonation, the rhythm of a language; these all get lost in singing,’ he says”

recomendado por André Felipe de Medeiros

Porter Robinson Conquered EDM, and Now He Wants More por Duncan Cooper do site The Fader

O jornalista Duncan Cooper faz uma longa entrevista com Porter Robinson e conta tudo sobre a carreira meteórica desse jovem produtor que cada vez mais faz seu nome dentro e fora da cena EDM. 

“For the towering dance music Porter Robinson has been producing over the past few years, this is home. Robinson made his name in EDM as a teenager, not simply topping Beatport charts but crashing the store’s servers with his mob of supporters. He’s opened for the few super-DJs more popular than he—Skrillex, Deadmau5, Tiësto—and holds a monthly residency at the Marquee, America’s highest-grossing club, where he’s set to perform tonight.”

recomendado por Nik Silva

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Autor:

Nerd de música e fundador do Monkeybuzz.