Leituras da Semana: Kanye West, The Roots e mais

Separamos alguns dos melhores textos sobre música que lemos pela Web nos últimos dias

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Semanalmente, filtramos os melhores textos que encontramos na rede, a fim de enriquecer ainda mais seu conhecimento sobre música.

Interviews: FKA Twigs por Carrie Battan no site Pitchfork

A entrevista passa pela carreira de FKA Twigs e ela conta um pouco sobre a autonomia que teve ao produzir seu próprio álbum, LP1 (que será lançado em agosto), aprendendo sozinha a usar o software necessário para produzir e co-produzir muitas de suas canções. Ela também fala do período em que era dançarina de grandes músicos, como Kylie Minogue e Taio Cruz, e comenta a influência disso tudo em sua arte.

“I love my music, so I want to produce, write, and serve my music. I’ve had to learn about EQ frequencies, and programming, and space, and clutter, and how to be a better piano or bass player, everything. You can have big aspirations, but then you realize your skill level or your insecurities are holding you back. So you start to hate yourself, because it’s so frustrating!”

Recomendado por Maynara Fanucci

The Good Listener: Has The Term ‘Indie Rock’ Lost All Meaning? por Stephen Thompsom do site da rádio NPR

A pergunta já foi feita inúmeras vezes antes e acho que você já se perguntou isso também. O jornalista da rádio norte-americana comenta sobre sua dificuldade em adaptar a terminologia para os dias de hoje.

“As a writer and editor, my frustration with the descriptor “indie” isn’t so much about purity, or even accuracy; it’s about its failure to describe much of anything. Technology has made it easier than ever to replicate studio slickness on a small budget, to the point where low fidelity often sounds like an artistic decision rather than a matter of necessity.”

Recomendado por Nik Silva

How Questlove Is Bringing Music Back to Television, por Kevin Fallon no site The Daily Beast

O líder da banda The Roots começou nesta semana um novo projeto: O programa de TV Soundclash, que traz três artistas ou bandas com sons distintos fazendo um show juntos. Como o texto – com uma entrevista de apoio – aponta, é uma nova maneira de resgatar a tradição de música ao vivo que a televisão norte-americana sempre teve, porém sob uma nova proposta.

“I wanted to pitch a show that’s collaborative, and I’m certain that when we get even farther in the process of doing the show it will get more advanced. Selling artists on the idea of stepping outside of their comfort zones can be a little risky sometimes, especially if you’re doing a brand of music that doesn’t leave room for a lot of spontaneity. Some artists rely more on their Mac computers than they do a band. It’s a challenge. I really just wanted a show where you could mix and match people. What if I put this particular act on that stage? What happens if this person does a stripped down version of this song? The Roots have always been on that level. Back when we used to do 275 shows a year, by the time you get to the 100th city, you get tired of doing the same thing. You have to make it fun for yourself.”

Recomendado por André Felipe de Medeiros

Kanye West: A Brand-New Ye por Zach Baron no site da revista GQ

A extensa entrevista traz um pouco da vida pessoal de Kanye West, mas depois toma um rumo bem mais interessante falando sobre a carreira do rapper. Ele inclusive aproveita para falar sobre seu aclamado álbum Yeezus, um dos grandes destaques do ano passado e também sobre a indústria fashion na qual está inserido, sobre o seu próximo álbum e as influências que teve ao produzi-lo, além de fazer comparações com seus discos mais antigos, My Beautiful Dark Twisted Fantasy e Graduation*.

“I think Yeezus is the beginning of a completely new era of music. It was all new rules. It just broke every rule possible. None of the ideas were popular ideas. Even “Bound 2,” when the video came out, I think people’s apprehension—I mean, it’s the same as any other Kanye West video. You just have colorful bears running around. It was completely morphed and weird and psychedelic and really druggy. I would have just liked to have had more nudity in it. That’s the only thing. I just want to do crazy, colorful shit like that that has more nudity.”

Recomendado por Maynara Fanucci

5 Things I’ve Learned About Songwriting, por Dan Wilson no blog do evento International Acoustic Music Awards

Quem redigiu esse foi Dan Wilson, o autor do hit Someone Like You, de Adele. Ele compartilha com os músicos algumas dicas para melhor a composição. Li por curiosidade e me deparei com ótimas sugestões para todos que produzem algum tipo de trabalho criativo. Recomendo.

“There was something so liberating about the idea that I didn’t need to be inspired every minute of the day to be a real artist— that I could get meaningful work done whether I felt inspired or not. And even though I wasn’t inspired at that moment, inspiration would eventually come. This turned out to be completely true. Over time, I have learned that most great painters paint everyday, most novelists write every day, and most great musicians make music every day, whether or not they’re ‘feeling it’.”

Recomendado por André Felipe de Medeiros

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Autor:

Comunicador, arteiro, crítico e cafeínado.