Leituras da Semana: Pulp, Pomplamoose e Onagra Claudique

Separamos alguns dos melhores textos sobre música que lemos pela Web nos últimos dias

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Semanalmente, filtramos os melhores textos nacionais e internacionais que encontramos na rede, a fim de enriquecer ainda mais seu conhecimento sobre música

Interview: Jarvis Cocker no Pitchfork

Entrevista com o frontman do imponente grupo inglês Pulp o mostra nu de quaisquer papas na língua – como sempre foi – ao mesmo tempo em que revela reflexões sobre o mundo moderno de maneira bastante ácida e crítica. É relevante também ao coincidir com o lançamento do novo documentário sobre a banda, Life, Death and Supermarkets, nos deixando curiosos com o resultado final do filme.

” I don’t really care what someone’s background is; creativity can come from any background. But there have been certain things that have happened within UK society over the last few years—for instance, art colleges used to be a place where people with not-so-good grades could go, and historically a lot of bands in the UK came from art colleges because you had a bit of freedom to create there. But that’s gone now because it’s quite expensive to go to art college. No one would ever go just to hang out and vaguely see whether they could form a band.”

Pomplamoose 2014 Tour Profits (or Lack Thereof), por Jack Conte no Medium

A metade masculina do duo Pomplamoose escreveu em primeira pessoa sobre a experiência financeira que a dupla teve em sua mais recente turnê, na qual houve mais custos do que renda. Conte revela detalhadamente o orçamento dos shows e viagens, assim como comenta a situação em que bandas deste porte (que conseguem lotar casas de shows e fazer turnês) se encontram.

“We’re entering a new era in history: the space between “starving artist” and “rich and famous” is beginning to collapse. YouTube has signed up over a million partners (people who agree to run ads over their videos to make money from their content). The “creative class” is no longer emerging: it’s here, now.”

sugerido por André Felipe de Medeiros

Scream & Yell recomenda: Onagra Claudique por Renata Arruda no site Scream & Yell

A jornalista Renata Arruda bateu um papo muito interessante com Roger Valença e Diego Scalada, nomes por trás de Onagra Claudique, dono de um dos melhores discos do ano, Lira Auriverde. A dupla discutiu um pouco sobre sua obra, influências, politícia e a cena indepedente.

“Sim, é isso mesmo. O nome do grupo vem da frase de Rui Barbosa “a mim pouco se me dá que a onagra claudique, apraz-me acicatá-la”. Foi escolhido por ter esse significado enigmático, soar estranho aos ouvidos, além de ter a “mula manca” como personagem. De fato há muita inspiração na Onagra Claudique vinda da literatura, o nome de nosso EP (“A Hora E Vez de Onagra Claudique”) vem de Guimarães Rosa e de nosso álbum é inspirado em Mário de Andrade.”

recomendado por Nik Silva

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Autor:

Nerd de música e fundador do Monkeybuzz.