Leituras Da Semana: St. Vincent, Tycho, MC Flora Matos e mais

Separamos alguns dos melhores textos sobre música que lemos pela Web nos últimos dias

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Semanalmente, filtramos os melhores textos nacionais e internacionais que encontramos na rede, a fim de enriquecer ainda mais seu conhecimento sobre música Você também pode acompanhar as leituras da semana através de nossa Readlist. Ela compila os artigos e permite que você os leia em formato de e-book no seu smartphone, tablet ou até mesmo no Kindle.

Nacionais

Mc Flora Matos dribla preconceito com criatividade, mas reconhece machismo no Rap por Luciana Rabassallo no Vírgula

Não é de hoje que Flora Matos vem crescendo como um nome feminino dentro do Rap brasileiro, e agora com o respaldo do selo Laboratório Fantasma, cuidado por Emicida, a artista deve crescer ainda mais. Na entrevista, Flora fala sobre seu histórico e suas pretensões, novas e velhas músicas além de comentar também sobre as dificuldades e os espaços ainda pouco explorados no mercado do Rap.

“Ninguém nunca disse na minha cara ‘você não pode cantar isso’. Eu acho que não é uma coisa generalizada dos homens não aceitarem, alguns gostam. No geral, os homens também frequentam os meus shows. Eles acham estranho porque o número de mulheres é muito maior. Mas, estão presentes e estão respeitando. Muitas vezes tentando entender que novidade é essa. É um processo que está rolando e as mulheres estão sabendo se colocar.”

recomendado por Fernando Galassi

Internacionais

Designer music: how Tycho blends art and sound por Andrew Webster

O projeto Tycho, encabeçado por Scott Hansen se destaca por ser um dos mais interessantes no campo da Ambient Music e Chillwave. Mas não é só na música que ele mostra seu incrível talento, o Design também é área profundamente conhecida por Hansen. Dessa forma, nesta entrevista para o The Verge, o produtor explicou um pouco mais sobre a relação que a arte gráfica possui com sua música.

“I wonder about that. If you see the live show, it’s definitely a big component of that. That all feels more personal, because it’s not like we just hired a lighting director or hired somebody to create visuals who may or may not really understand what the music was about. In that respect it’s good. For the overall brand, it’s interesting just because it’s a very consistent thing, all of the album covers and visuals are coming from the same place as the music. For me, it feels like a more cohesive thing.”

Reckless Precision por Ryan Domba no site do Pitchfork

Uma entrevista com a cantora Annie Clark, nome por trás de St. Vincent falando sobre suas referências e influências em seu recente álbum homônimo.

“High stakes in art are essential, and setting up an expectation and then having it defied is what’s interesting to me. I wanted to risk something… like my limbs.”

recomendado por Maynara Fanucci

Good Art Is Popular Because It’s Good. Right? por Alix Spiegel da NPR / Popular music is mediocre! por Anthony Fontano do The Needle Drop

Desta vez venho com uma proposta que vai um pouco além da leitura de um texto e gostaria de lhes apresentar também um vídeo. A ideia é fomentar uma questão que segue em mão dupla de forma se tornar complementar e ela questiona a qualidade do que é popular e apresenta dois pontos de vistas que caminham juntos mesmo que por terrenos diferentes. Traduzindo os títulos (“Boa Arte é popular porque é boa, certo?” e “Música Popular é medíocre!”) você já deve ter uma ideia do quem vem pela frente.

“It is hard to make things of very poor quality succeed — though after you meet a basic standard of quality, what becomes a huge hit and what doesn’t is essentially a matter of chance.”

recomendado por Nik Silva

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