Tantas Coisas com Thiago Pethit

Músico comentou sobre seus shows, músicos subestimados e artistas inspiradores

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Toda terça-feira, o Monkeybuzz conversa com alguém para entender mais do seu trabalho e da sua música através das coisas que compõem sua vida – sejam discos, faixas, outras bandas ou o que quer que tenha ajudado a moldar sua estética e criatividade.

Três perguntinhas, sem enrolação, para…

Thiago Pethit

Quais os shows que mais marcaram sua carreira?
“Foram muitos. Mas talvez o mais marcante tenha sido um show no CCBB de Brasília, em 2011. Era um show ao ar livre e havia aproximadamente 800 pessoas. Durante o show, houve um acidente no backstage: um técnico tropeçou num dos cabos do gerador de energia elétrica e desplugou a energia geral do show. Acabou-se luz e som durante uns dez minutos. Mas no momento em que o som desapareceu, eu estava cantando Fuga N°1 no palco, acompanhado do público e decidi pular no meio da plateia e levantar um coro imenso, que durou pelo tempo do apagão. Parecia algo estrategicamente combinado. Foi muito foda. Em geral, os shows mais inesquecíveis são marcados por falhas e não por acertos”

Das bandas e artistas novos, quais você considera subestimados?
Johnny Hooker. Um cantor compositor pernambucano que eu gosto muito e que, embora tenha se destacado com a trilha do filme Tatuagem, certamente merecia mais atenção”

Quais artistas (não-músicos) mais te inspiram?
“Vou citar os que estão vivos e criando: Ryan McGinley (fotógrafo), Bob Wilson (diretor teatral), Hedi Slimane (fotógrafo e estilista), Lars Von Trier (diretor de cinema), Damien Hirst (artista plástico)”

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ARTISTA: Thiago Pethit
MARCADORES: Tantas Coisas

Autor:

Comunicador, arteiro, crítico e cafeínado.