Leituras Da Semana: Fugazi, Stephen Malkmus, The Chemical Brothers e mais

Separamos alguns dos melhores textos sobre música que lemos pela Web nos últimos dias

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Semanalmente, filtramos os melhores textos nacionais e internacionais que encontramos na rede, a fim de enriquecer ainda mais seu conhecimento sobre música Você também pode acompanhar as leituras da semana através de nossa Readlist. Ela compila os artigos e permite que você os leia em formato de e-book no seu smartphone, tablet ou até mesmo no Kindle.

How The Chemical Brothers Taught This Punk To Dance, por Ryan Bray do site Consquence Of Sound

Publicada duas vezes por mês, a coluna Shelf Life tem como objetivo ressuscitar discos antigos e esquecidos, um pouco como nossa seção Cadê. Desta vez, Ryan escolheu Dig Your Own Hole, de The Chemical Brothers para avaliar sua importância e qualidade no ano em que foi lançado. O bacana do texto é ver que o autor procura fazer uma análise muito mais pessoal do que técnica, mostrando o seu espanto ao escutar este som quando ele tinha seus 14 anos.

“I knew I had to get to the bottom of this. Who were these guys, and precisely what the fuck did they think they were doing? Where did they come from, and what other tricks did they have up their sleeves? Those answers were delivered in quick succession. Dig Your Own Hole has pretty much everything: jacked-up, inescapably catchy singles (admit it, you’ve still got “Block Rockin’ Beats” kicking around your brain somewhere), funky, bass-heavy break beats ( “Elektrobank”, “Lost in the K-Hole”), more straightforward acid house thumpers (“It Doesn’t Matter”), and less kinetic, more melodic tunes that skirt with indie rock (“Where Do I Begin”, “The Private Psychedelic Reel”) all glazed over with a hypnotically, druggy tint coat. All of a sudden, my narrow, little punk rock brain started to broaden, even if just a little bit.”

recomendado por Lucas Cassoli

Fugazi’s Sound and Fury, Now on Demand, por Trent Wolbe do site The Verge

Fugazi Live Series, a gravação que reúne o áudio de todos os shows da carreira da banda, será disponibilizada para streaming. Análise interessante do quanto seus integrantes tem conseguido se manter distantes de modismos tecnológicos, mas usando algumas ferramentas certas que beneficiam sua música e seus fãs.

“There is a lot to be excited about in the ways we produce and consume music in 2014, but it’s often difficult to decipher where the music ends and the contextual media structures around it begin. The best thing about Fugazi, and the live series, is that the music is always the message.”

recomendado por Lucas Repullo

An Interview w/ Stephen Malkmus (on getting older, what “indie” is, the future of Pavement & more), por Jonathan Dick do Brooklyn Vegan

O Jornalista bate um papo muito interessante com o ex-lider do Pavement e atual lider dos Jicks e conversa sobre seu método de escrita, envelhecer, o futuro de sua ex-banda e muito mais.

“The man is not far removed from his music as our conversation finds him carefully gauging his own thoughts in short bursts of curious introspection and an earnest kind of self-doubt devoid of the sort of self-involvement one might expect from one of the most respected and enigmatic songwriters of the last quarter century. None of that really concerns Malkmus, and once we’d performed the awkward formalities of introducing ourselves, it didn’t concern me all that much either with the topic of our conversation quickly lending itself to a mutual fascination with how time and age affects our perception of music and art in all its forms, and, perhaps more importantly, what we can hope to learn about ourselves along the way.”

recomendado por Nik Silva

Modern Life Isn’t Rubbish: The Trouble With Britpop Nostalgia, por Luke Turner do site The Quietus

A mídia está voltada para os dias gloriosos dos anos 90 e o autor, que viveu a adolescência nesta fase, relaciona os diferentes tipos de fãs que celebram a “Idade de Ouro” nos dias de hoje, entre aqueles mais velhos que conseguem superar o que viveram e os jovens que recebem a exposição, estando ligados a uma cultura contemporânea que exalta que os melhores dias e as melhores coisas ficaram no passado.

“As ever with the celebration of Golden Ages, the true casualty is not the slightly embarrassed older listener who is, after all, perfectly capable of switching off, but the younger artist and music fan who is not getting exposure, who is being denied a contemporary culture of their own, and who, worst of all, is being told tough luck, the best things are already in the past. You missed out.”

recomendado por Maynara Fanucci

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