Resenha

Brittany Howard – What Now

Em seu segundo disco solo, cantora vai do soul ao rock com naturalidade e soa livre, potente e ainda mais contagiante

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Resenha

Nailah Hunter – Lovegaze

Centrada no ambient, mas com toques de folk, estreia da harpista americana une beleza e melancolia

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Resenha

The Smile – Wall of Eyes

Novo disco do projeto de Yorke e Greenwood é menos “grandioso” do que o antecessor, mas mantém a intensidade em meio ao inescapável “sotaque radioheadiano”

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Resenha

Bill Ryder-Jones – Iechyd Da

Quinto disco do cantor britânico comove de forma mais poderosa quando deixa a pretensão de lado e privilegia a face autoral mais natural

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Resenha

Niecy Blues – Exit Simulation

Primeiro disco da artista americana une R&B e ambient em repertório de atmosfera íntima e, ao mesmo tempo, densa

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Entrevista

Tagua Tagua e um tanto por aí

Durante turnê em Portugal, Felipe Puperi fala da recepção de “Tanto”, seu segundo álbum, e comenta sobre os desejos de fazer com que sua música circule pelo mundo

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Entrevista

The Hives é sempre The Hives

O guitarrista Nicholaus Arson comenta como a banda sueca explora sua identidade – e mantém sua essência – no estúdio e nos palcos ao longo de três décadas

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Resenha

Bruno Bruni – Broovin 3

Novo trabalho do músico paulistano é uma bela viagem jazzeada com ecos de funk e música brasileira

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Resenha

James Blake – Playing Robots into Heaven

Em sexto disco, artista britânico encarna seu lado DJ e, enquanto brinca com samples, injeta leveza e certo bom humor em sua típica melancolia

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Entrevista

Do rap à MPB, os caminhos de menino thito

Em “!Que Bom Que Chegou!”, seu mais recente EP, o músico paulistano consolida a vontade de fazer o som que deseja escutar

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Resenha

Cautious Clay, Joshua Karpeh – KARPEH

Segundo disco do multi-instrumentista é um mergulho sensível por sua infância e ancestralidade, no qual o seu típico R&B se encontra fortemente com o jazz

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Entrevista

À mesa com Blonde Redhead

Depois de quase 10 anos, a banda retorna com o disco de inéditas “Sit Down For Dinner”; Amedeo Pace fala sobre o projeto e explica por que, em três décadas de carreira, o grupo sempre se sentiu “um pouco atrasado ou um tanto adiantado”

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