Leituras Da Semana: Lily Allen, Savages, The Orbits e mais

Separamos alguns dos melhores textos sobre música que lemos pela Web nos últimos dias

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Semanalmente, filtramos os melhores textos nacionais e internacionais que encontramos na rede, a fim de enriquecer ainda mais seu conhecimento sobre música Você também pode acompanhar as leituras da semana através de nossa Readlist. Ela compila os artigos e permite que você os leia em formato de e-book no seu smartphone, tablet ou até mesmo no Kindle.

Entrevista: The Obits por Juliana Torres no Scream & Yell

O Sub-Pop Festival está chegando e parece que todos os olhos estão voltados para Mudhoney e METZ. Mesmo assim, o quarteto de veteranos Obits tem tudo para roubar a cena.

“Cada música é diferente na forma como é realizada. Às vezes alguém aparece com a música já escrita, às vezes vai começar com um riff durante nosso ensaio, às vezes é só uma jam que nós editamos e tocamos centenas de vezes e continuamos editando até sentirmos que vale a pena ser mantida. Tentamos não ter nenhuma regra quando fazemos esse tipo de coisa. O principal objetivo é fazer música que gostaríamos de ouvir.”

recomendado por Lucas Repullo

My Year in Savages, por Jehnny Beth no site Huffington Post

Após terminar a turnê com sua banda Savages, a vocalista Jehnny Beth escreveu para o jornal The Huffington Post, de uma maneira mais pessoa e menos objetiva, sobre suas impressões e sensações de passar um ano viajando e tocando para os mais diversos públicos.

“I spent a year being Jehnny Beth, night and day consumed by my persona, traveling the world and fronting Savages, doing my job the best I could. Bigger audiences pushed me to find the entertainer in me, stretch my ego, reach out to the other side of myself, then come back. It was a long and fascinating journey, not without its challenges. I drank too much, got ill, lost my voice and got depressed, until every mirror I faced seemed distorted and I lived 10 years in one. Then I came back to human size and gave my body a rest, stopped alcohol, coffee and cigarettes. I started swimming.”

recomendado por Lucas Cassoli

Indie Rock’s R&B Movement Reaches Its Saturation Point, por Chris DeVille do site Stereogum

Não é novidade pra ninguém que o R&B está de volta com força com total. Desde 2012 o estilo tem ganhado novos representantes e novas formas, sendo que desde então ele tem se reinventado de diversas maneiras. Mas e se o estilo tivesse chegado ao seu ponto de saturação graças ao “modo de produção Indie Rock”? O artigo de Chris DeVille debate um pouco disso e explora um ponto de vista bem interessante sobre o assunto.

“This wasn’t the first time rhythm & blues had pushed boundaries; legendary figures from Curtis Mayfield to Prince to Missy Elliott managed to get some of the most mind-bending sounds of their respective generations on the radio. Still, the sheer number of musicians making R&B their vehicle for sonic exploration demanded attention: How To Dress Well’s bleary dreamscapes and the Weeknd’s nightmarish seductions; Solange Knowles and Blood Orange’s stylish retro dance-pop; darkly crystalline R&B-inflected electronica from Holy Other and Purity Ring; Technicolor psych-pop concept albums from Frank Ocean, Miguel, and Janelle Monaé. As Nitsuh Abebe noted in a roundup of this emerging trend — God bless you if you’ll join me in letting the acronym die — some of these musicians were arriving through traditional R&B channels (usually the black performers) and others through traditional indie-rock outlets (usually the white ones).”

recomendado por Nik Silva

The Week In Pop: Leave Lily Allen Alone, por Chris Deville no site Stereogum

A cantora Lily Allen tem mesmo a língua solta pra falar dos outros e tem ganhado uma boa dose de críticas reversas do meio, agora que voltou de vez à mídia com Sheezus. Chris Deville analisa seu retorno e ressalva sim os erros da cantora, mas também louva o disco da inglesa que consegue ser muito atual e narrar os fatos de sua vida sem soar maçante a seu público.

“I say that because Sheezus is a puzzling piece of work, but also because I think it’s brilliant in its own way. Allen spends extensive portions of the run time singing about surfing the internet. On “URL Badman,” she names off numerous media outlets and wages war on online commenters over zany dubstep drops, while “Life For Me” is basically just about watching TV and checking Facebook after caring for her kids. The aforementioned “Insincerely Yours” and “Take My Place” are all about how Allen wishes she could be at home away from this pop-star business. […] The resulting composite is a strikingly realistic portrayal of the modern life’s mundanity and its simple pleasures.”

recomendado por Fernando Galassi

[Lykke Li: Better Of Alone]() por Carrie Battan no site Pitchfork

Com o seu recém-lançado álbum [I Never Learn](), Lykke conta um pouco sobre sua carreira e suas principais influências presentes no novo trabalho. É um artigo bem interessante para entrar um pouco mais na mente da cantora.

“This album is about the shame and the guilt and the sadness and the regret you can experience after leaving someone. This is me making love to my demons.”

recomendado por Maynara Fanucci

The Black Keys ‘Turn Blue’: The All Songs Interview, por Robin Hilton e Bob Boilen para o NPR Music

Com um novo disco prestes a ser lançado, The Black Keys concedeu uma entrevista ao site dessa emissora norte-americana. O assunto se concentrou nas gravações de Turn Blue e o trabalho com o produtor Brian Burton.

“Auerbach: I guess when we wrote songs on this record, we came up with the vocal melodies first. I would just sort of improvise and work with Brian on coming up with a nice melody that kind of fit the mood of the music, and then write lyrics to that set melody — so it’s almost like writing a song in reverse. It’s a different sort of challenge because, by writing that vocal melody, you basically have a template. And then all of your lyrics have to fit in that template.”

recomendado por André Felipe de Medeiros

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