Acorde: Moby, Não Ao Futebol Moderno e Al Green

Equipe Monkeybuzz cita três músicas que podem mudar sua vida

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Músicas que despertam qualquer ouvido para beleza, novos sons ou novas ideias, sem datas de validade. Assim é a coluna Acorde.

A cada edição, a equipe Monkeybuzz dá três dicas de faixas capazes de mudar vidas. Duvida?

Moby – When It’s cold I’d Like To Die

Não sei qual a popularidade desta canção dentro da discografia de Moby, mas, depois de ouvi-la em um momento chave da série Família Soprano há alguns anos, pude relembrá-la em um momento bem especial da nova série Stranger Things, da Netflix, neste final de semana, e não há dúvidas de que merece destaque. A faixa é Moby em seu modo mais melancólico e ajuda a construir um clima de tensão e emoção como poucas canções Pop conseguem. Se continuar aparecendo em momentos chave de grandes obras de ficção, tem tudo para se tornar um clássico.

(por Lucas Repullo)

Não Ao Futebol Moderno – Janeiro

Ouvir Janeiro é entender o invólucro por trás da sonoridade à deriva e deliciosa de Não Ao Futebol Moderno. A nostalgia que passa pelos acordes iniciais coincide com o nome do grupo gaúcho e nos faz imaginar tempos saudosos que se foram – como aquele verão letárgico e ensolarado nos tempos de colégio ou as ambiências de torcidas de futebol em templos esquecidos do esporte. Toda essa sensação intangível e frágil culmina com uma explosão psicodélica em sua parte final e nos fazem ansiar pelo seu primeiro disco, cuidadosamente escolhido como Vida que Segue.

(por Gabriel Rolim)

Al Green – I’m Still in Love with You

Não é a primeira vez que um sampler abastece a seção Acorde, e provavelmente não será a última. Há pouquíssimo tempo, Disclosure fez reviver em seu Moog for Love este clássico de outrora na voz do mestre do romantismo Soul/R&B de décadas passadas, uma música de progressão interessante com os volumes certos para cativar a atenção de qualquer amante desses estilos – não à toa, os irmãos Lawrence viram seu potencial e miraram certeiramente no sampler.

(por André Felipe de Medeiros)

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Autor:

Comunicador, arteiro, crítico e cafeínado.