Leituras da Semana: How To Dress Well, YouTube, Mulheres no Punk e mais

Separamos alguns dos melhores textos sobre música que lemos pela Web nos últimos dias

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Semanalmente, filtramos os melhores textos nacionais e internacionais que encontramos na rede, a fim de enriquecer ainda mais seu conhecimento sobre música

Stop predicting music’s future: The next Pixies, White Stripes or Adele will come from the indie ranks por Gareth Murphy no Salon

Um grande texto analisando a indústria musical, cada vez mais imprevisível. Segundo eles, o próximo grande nome deve vir dos rankings da música independente, das pequenas bandas. Obviamente, que se você lê o Monkeybuzz, já poderia imaginar, não é mesmo?

“Simply chasing the muse into the great wide open sums up the record man’s cosmic bargain. As Jac Holzman puts it, ‘We’re not an industry. It’s every man for himself.’”

recomendado por Lucas Repullo

Shut up and spend: inside the electronic music money machine por Trent Wolbe no The Verge

Quem é jovem nos dias de hoje sabe que a EDM cresce a cada dia e invade o mainstream como o estilo de preferência para eventos megalomaníacos em todo o mundo. O site The Verge investigou o negócio por trás da indústria que fatura US$ 6.2 bilhões por ano.

“Electronic Dance Music didn’t grow into a serious industry in America until it was boiled down into those three little letters. Like KFC or MTV, EDM is an acronym that implies a lot about a substance that may or may not be contained in the actual product. But the idea behind an acronym like EDM isn’t about the music itself — it’s about the cold hard cash earned from selling the whole package to legions of people.”

recomendado por Lucas Repullo

How To Dress Well: I’ve Never Worked This Hard On Anything In My Entire Life por Tom Walters na DIY Magazine

O terceiro disco de How To Dress Well vem sido muito comentado e, nesta entrevista cedida para a DIY Magazine, Tom Krell conta sobre seu envolvimento com o material e entrega de todo seu potencial, além de deixar expresso que o álbum What Is The Heart? teve muito de seus conflitos e argumentações pessoais.

“I wanted to make a record where I put on my finest headphones and listen to everything having its own space,” he explains, as if trying to articulate a huge, grand vision. Initially Krell was just going to record for two weeks, with the intention to produce a record that was along the same lines of 2012’s ‘Total Loss’. But as weeks became months, Krell found himself completely fixated on the songs he was producing. “I wanted everything to really hang together with a real elegance and coherence,” he divulges, sounding incredibly passionate. “I’ve never worked this hard on anything in my entire life.”

recomendado por Fernando Galassi

Qual a Grande Contribuição (ou Maldição) do YouTube para a Música? por Kaluan Bernardo no Perdidos no Ar

Em um tempo que o grande serviço de música do Google ameaça cortar grande parte de seus vídeos, fica em pauta o quanto o YouTube faz bem para a música de hoje. É por lá que muitas pessoas ouvem novas ou já conhecidas bandas, o que torna a discussão relevante para qualquer pessoa que trabalhe com ou consuma muita música. O texto explica um pouco a situação.

“Isso tudo é só o começo de uma briga que promete ficar cada vez pior. Amazon, Apple e Google decidiram todos de uma vez entrar na luta pelo streaming de músicas. Há quem defenda que a livre concorrência beneficia a todos, mas, parece que temos um bom exemplo aqui de como ela pode prejudicar (e muito) os artistas e quem produz conteúdo.”

recomendado por André Felipe de Medeiros

Punk has a problem with women. Why? por Chalotte Richardson no site do Jornal The Guardian

Charlotte discute a aceitação da mulher no Punk, desde os seus primórdios, lá nos anos 70, até hoje em dia. Uma de suas conclusões é que por mais participativa que tenha sido o papel delas no desenvolvimento e estabelecimento da cena, as mulheres ainda são mais vistas por outros atributos do que por sua música.

“Women were a part of punk from the beginning – as musicians, promoters, venue heads, artists, provocateurs, community organisers, documenting their local scenes in zines, films, books and photographs. As LA punk veteran Alice Bag has pointed out, punk started out as an inclusive and diverse movement, but was quickly annexed by white dudes. Women have had to fight for space and recognition in punk ever since.”

recomendado por Nik Silva

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Autor:

Nerd de música e fundador do Monkeybuzz.