Backup: Bastille

Resenhas, entrevistas e vídeos imperdíveis para quem quer chegar afiado ao festival

1,201 total views, no views today

28 de março | 21h45 – 23h | Palco Axe

Bastille, que apareceu na Inglaterra em 2010, é formada por Dan Smith, Chris Wood, William Farquarson e Kyle Simmons. Em sua discografia só consta um ábum de estúdio por enquanto, Bad Blood (2013).

O disco “filho único” da banda foi resenhado na época de seu lançamento, quando Pompeii começava a estourar como hit:

As mais recentes revelações da trupe de Smith, como os singles Pompeii, Things We Lost The Fire, a faixa-título e Weight of Living Pt.II, foram devidamente posicionadas no início do álbum, no intuito de trazer de volta o frescor e criatividade emplacados no já citado cover acima: Coros em estéticas cléricas, relances instrumentais que soam como harpas e violinos se unem a uma bateria em rítmica marcial que vem a favor. Uma proposta grandiosa que funciona e cria um ideal típico de misticismo, contrapondo e concedendo um novo olhar a essência e letras plenamente popularescas, num viés que remete a Florence + The Machine, mas menos soturno e mais próximo a música eletrônica. – Fernando Galassi (Resenha, mar/2013)

Em seguida, veio o bonito clipe de Things We Lost in the Fire. Falamos a respeito no Ouça Clipes:

O tom grandioso do Pop de Bastille encontrou referências em David Lynch para o videoclipe de Things We Lost in the Fire. Mas isso não é de hoje, já que Dan Smith, o vocalista do grupo, já havia se revelado como um fã do artista, tanto que ele já lançou uma música e um EP chamados Laura Palmer (em homenagem à série Twin Peaks). – André Felipe de Medeiros (Ouça, jul/2013)

Em fevereiro do ano passado, conversamos com o baterista Chris Wood, onde ele contou sobre a vontade da banda em tocar no Brasil:

“Nós imploramos para o nosso produtor: ‘Por favor, por favor, faça a gente tocar no Brasil durante a Copa do Mundo’, mas não deu certo”, brinca Wood, “mas estamos fazendo de tudo para, ainda neste ano ou no próximo, nós irmos ao seu país”. – André Felipe de Medeiros (Artigo, fev/2014)

Na mesma entrevista, ele falou sobre as novidades de um futuro álbum:

Ele terá muita guitarra, será mais pesado, eletrônico e, talvez, até mais experimental”. “Estamos fazendo música do jeito que gostamos e esperamos que as pessoas também curtam”.

Dez meses depois, os caras lançavam a mixtape VS: Other People’s Heartache Pt.III:

A mixtape vem com cara de desafio criativo. São nove faixas feitas em colaboração com outros artistas e grupos dos mais variados segmentos, de Haim a Angel Haze, passando pelo sempre interessante Skunk Anansie. Ao invés de um novo álbum, Bastille, que já lançou uma versão dupla de Bad Blood há alguns meses, prefere entregar novidades em outro formato, apresentando uma variedade mais interessante ao público do que o lugar comum. – André Felipe de Medeiros (Resenha, dez/2014)

Lolla

1,202 total views, 1 views today

Autor:

Videomaker, ator e Jedi