Sufjan Stevens em 7 discos

Destrinchamos alguns dos pontos mais altos de uma discografia que expressa uma força criativa ímpar e inquieta e uma lírica tão mundana quanto transcendental

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Fotos: Mariana Poppovic

Quantos Sufjan Stevens você conhece? Tem aquele que cogitou lançar um álbum para cada um dos 50 estados norte-americanos, o que soltou dois boxes com cinco discos natalinos em cada e o que levou St. Vincent e Moses Sumney para o palco do Oscar na hora de apresentar a trilha de Me Chame Pelo Seu Nome. Talvez você se lembre do que deu ao mundo o hit “Chicago” ou daquele que produziu para tantos outros artistas ou ainda o que alterna radicalmente as estéticas sonoras entre um lançamento e outro dentro de sua discografia.

Todas essas facetas, ao lado de tantas outras, montam um mosaico de um artista plural que já atravessa duas décadas de carreira sem perder relevância (de crítica e público), qualidade em suas obras e nem mesmo sua forte personalidade – uma essência percebida em detalhes que permeiam suas produções e seu timbre vocal tão característico.

O que todos os discos deste especial têm em comum é justamente a identidade do músico estadunidense, dono de uma força criativa ímpar e uma lírica tão mundana quanto transcendental.

A Sun Came (1999)

Disco de estreia revela um artista em ebulição e dá pistas de alguns princípios fundamentais de sua composição [Resenha]

Greetings from Michigan: The Great Lake State (2003)

Músico dirige o olhar a seu estado de origem remanejando memórias à luz dos desafios do novo milênio e mistura sonhos fantasiosos e fantasmas reais [Resenha]

Seven Swans (2004)

Exercitando uma filosofia espiritual que mescla religião e toques autobiográficos, Sufjan Stevens constrói a beleza das coisas inexplicáveis [Resenha]

Illinois (2005)

Com arranjos grandiosos e diversificados, quinto disco injeta subjetividade e emoção em investigação histórica  [Resenha]

The Age Of Adz (2010)

Orquestrações clássicas, Folk característico e influências de música eletrônica compõem trilha sobre fragilidade, vulnerabilidade e desordem interna [Resenha]

Carrie & Lowell (2015)

Músico compartilha sua história, sua dor e suas crenças com personalidade, ternura e criatividade – e nos convida à meditação, à reflexão e, sobretudo, à cura [Resenha]

The Ascension (2020)

Mesmo com marcas inconfundíveis que percorrem mais de 20 anos de careira, novo disco nos lembra – mais uma vez – que a essência artística de Sufjan Stevens é a transformação [Resenha]

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